Constantemente mentimos para nós mesmos associando felicidade a quantidade, o tão famoso "quanto mais, melhor!"
Idealizamos a
felicidade através do consumo descontrolado por novidades tecnológicas e pelos
últimos lançamentos, quanto mais consumimos, mais descartamos, virando um ciclo vicioso de ter de tudo.
Tudo perdeu o
valor, reclamamos do que não temos e reclamamos mais ainda do
que temos, e reclamamos que as coisas não são mais como antigamente. Mas para quê durar, se em breve será descartado.
Consumir o melhor nunca é o suficiente, sempre tem algo
melhor a ser adquirido, algo novo.
A novidade não é uma coisa ruim, mas em excesso perde o sentido de ser novidade.
Você já deve ter ouvido algo do gênero:
"O amigo, do meu amigo tem contato com uma pessoa que
disse que essa marca não é mais a melhor do ranking".
E quem dita o que é melhor?
Você!